Resenha: livro Delírio

Como seria a vida se o amor fosse considerado uma doença? Como seria se aos seus 18 anos tivesse que tomar a cura e nunca mais amar?
“Amor deliria nervosa. A mais mortal das coisas mortais”



O livro conta a história de Lena, uma adolescente que vive em uma sociedade futurística que considera o amor uma doença grave e onde há até a cura. Regras e muros a compõe, não há nenhuma relação afetiva entre meninos e meninas para evitar a contaminação. Até mesmo as relações entre mãe e filha são frias e secas. Mas há os inválidos, pessoas que negam viver cercados de tantas regras e presos pelos muros, eles não acreditam que o amor seja realmente uma doença e existem mais deles do que Lena imagina.

Lena acredita firmemente em tudo que lhe foi dito desde pequena sobre a doença e está contando os dias para ser curada e apagar o passado e sua ligação com a sua mãe, que se suicidou por causa da amor deliria nervosa, nome cientifico da doença.
Mas então ela conhece Alex, um inválido, e tudo vira de cabeça para baixo. Lena não tem mais certeza de nada e começa a questionar as pessoas, o lugar, as regras. 

Os personagens secundários são seus tios, que criam Lena desde a morte de sua mãe, também suas primas e sua amiga Hana.
Hana não se vê tão entusiasmada quanto a amiga para receber a cura. Diferente de Lena, ela gosta de se arriscar, ouve músicas proibidas e começa a frequentar festas secretas onde meninos e meninas estão a todo momento juntos, uma forma de se libertar dessa sociedade.

Lauren Oliver, a autora, fez um ótimo trabalho. Não é daqueles romances enjoados e cheios de clichês , frases prontas e fofinhas. É fácil de ler, é um livro ótimo e eu to ansiosa para ler a continuação.







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